(foto em Budapeste/ Hungria) Descobri porque leio um milĂ©simo do que gostaria! Toda vez que começo a ler um livro, um poema, uma crĂ´nica, quando chego na terceira linha minha mĂ£o começa a tremer para escrever. Sou assim mesmo: muito mais output que input. Para tudo! Falo demais, amo escrever, adoro cantar. SĂ£o necessidades quase bĂ¡sicas, sem elas nĂ£o vivo bem. Se nĂ£o falo, adoeço. Se nĂ£o canto, entristeço, se nĂ£o escrevo, esqueço. Acabo de ler linhas de “Budapeste”, do meu mestre maior. Acho que se um dia eu vir o Chico pela rua, perco a pose. Trato de lhe dar um beijo na boca, ajoelho a seus pĂ©s, ou apenas... desmaio! Viro qualquer coisa que nĂ£o seja eu, se encontrar esse Deus. É que sou meio metida a besta. Gosto de Ă¡gua gasosa em taça de rico. SĂ£o diĂ¡rios regalos micros a que me permito. Por que no dia-a-dia, sou moleca de rua. Curto um metrĂ´ cheio sĂ³ para inventar histĂ³rias sobre todos aqueles personagens reais que me encaram, e nem sonham quem sou eu. E eu, como eles, crio o que ...