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"Eu acredito que tudo gera. Se algo estĂ¡ morto, aduba. Se parado, espera." AdĂ©lia Prado
Faça chuva ou faça sol, vou pra Cambury. Quero o mar e a areia em mim... Denise Barra (que venha o finde!)
(o JoĂ£o aprendeu a sorrir) Paz, amor e o sorriso do JoĂ£o Ă© tudo o que preciso. E olha que nĂ£o sou hippie...
NĂ£o tenho escrito muito pq em todo o tempo livre corro pro Festival de Curtas, que estĂ¡ quase acabando. NĂ£o deixem de ir!!! Muita coisa boa e muita coisa ruim. "Mas tudo vale a pena, se alma nĂ£o Ă© pequena." Eu quero Ă© ver tudo: do melhor e do pior, atĂ© para que eu saiba diferenciar, cada vez mais, um do outro. hj Ă© sexta-feira!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Minhas palavras jĂ¡ nĂ£o sĂ£o minhas depois de saĂ­rem da minha boca. Meus escritos, os perco ao escrevĂª-los. Mas uma coisa Ă© sĂ³ minha e sempre serĂ¡: meu pensamento. É maravilhoso pensar que penso o que quero e ninguĂ©m me tira isso. Posso estar ao lado de alguĂ©m, ouvindo ele falar, ao mesmo tempo em que nĂ£o o escuto. Vejo o mundo que quero, seguindo meu pensamento. Segundo meu pensamento, posso o que penso. E prefiro pensar no bom, no alegre, no belo (apesar de escrever melhor quando triste). Pense bem no que vocĂª pensa. O valor do que passa por sua cabeça Ă© maior do que vocĂª imagina. Mas imagine sempre! Sempre o bem. Denise Barra (29/08/05 - 00h10)
(foto em Budapeste/ Hungria) Descobri porque leio um milĂ©simo do que gostaria! Toda vez que começo a ler um livro, um poema, uma crĂ´nica, quando chego na terceira linha minha mĂ£o começa a tremer para escrever. Sou assim mesmo: muito mais output que input. Para tudo! Falo demais, amo escrever, adoro cantar. SĂ£o necessidades quase bĂ¡sicas, sem elas nĂ£o vivo bem. Se nĂ£o falo, adoeço. Se nĂ£o canto, entristeço, se nĂ£o escrevo, esqueço. Acabo de ler linhas de “Budapeste”, do meu mestre maior. Acho que se um dia eu vir o Chico pela rua, perco a pose. Trato de lhe dar um beijo na boca, ajoelho a seus pĂ©s, ou apenas... desmaio! Viro qualquer coisa que nĂ£o seja eu, se encontrar esse Deus. É que sou meio metida a besta. Gosto de Ă¡gua gasosa em taça de rico. SĂ£o diĂ¡rios regalos micros a que me permito. Por que no dia-a-dia, sou moleca de rua. Curto um metrĂ´ cheio sĂ³ para inventar histĂ³rias sobre todos aqueles personagens reais que me encaram, e nem sonham quem sou eu. E eu, como eles, crio o que ...
Outro dia, uma jornalista me perguntou: - HĂ¡ qto tempo vc faz programa? Eu respondi(achando isso mto estranho): - 10 anos. Ela: - Puta experiĂªncia! kkkkkkkkkkkkkkkkkk