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Vem aĂ­ a Pescaria das repĂ³rteres 2009! No ar quinta-feira, dia 22!

Tem mais histĂ³rias do que pescadoras! E a equipe inteira se diverte... ou nĂ£o! rsrsr SĂ³ faltou aqui o Daniel Lupo, que tirou a foto. No ano passado, eu ganhei a pescaria! E neste ano... quem serĂ¡ a vencedora?

Que saudade!

VocĂª e eu

"Podem me chamar E me pedir e me rogar, E podem mesmo falar mal, Ficar de mal que nĂ£o faz mal. Podem preparar Milhões de festas ao luar Que eu nĂ£o vou ir, Melhor nem pedir, Eu nĂ£o vou ir, nĂ£o quero ir. E tambĂ©m podem me obrigar, AtĂ© sorrir, atĂ© chorar, e podem mesmo imaginar O que melhor lhes parecer. Podem espalhar Que eu estou cansada de viver, E que Ă© uma pena Para quem me conheceu... Eu sou mais vocĂª e eu. " Me lembrei dos versos de Vinicius e Carlos Lyra e coloquei-os aqui nĂ£o sĂ³ porque eu amo esta mĂºsica, mas porque estou numa fase reclusa em casa. Tudo por causa da lua-de-mel que estou vivendo com meu violĂ£o rosa, que acabei de ganhar da minha mĂ£e. Estou parecendo criança quando ganha a primeira bicicleta do Papai Noel. Muito bom!

Amor da minha vida

Ora onde mora o amor? Existe amor poĂ©tico? pacĂ­fico, Ă©tico? Do tipo encontro de almas... Ou tudo se vai com calma... Se desfaz na convivĂªncia se perde na pressa nas praticidades da vida nas urgĂªncias? NĂ£o sou nada prĂ¡tica Sempre fui mesmo poĂ©tica Pode atĂ© nĂ£o ser o certo Mas busco um amor de alma De sentir que nada mais importa Quando ele estĂ¡ por perto D/

Novo velho mundo

O mundo Ă© o mesmo. Na rua, o bebĂª tenta dar os primeiros passos, como se fossem o maior desafio. O adolescente continua a andar lentamente ouvindo seu I-Pod. O homem insiste em correr respirando o ar da avenida poluĂ­da. A moça desatenta permanece lavando a calçada com mangueira. A casa de açaĂ­ continua fechada, como sempre. As flores roxas parecem pintadas de lĂ¡pis de cor. A senhora continua a pintar o cabelo de vermelho uva para se sentir mais jovem. Eu continuo a dirigir meu carro de cabelo molhado. DisplicĂªncia, irreverĂªncia ou falta de vaidade? Ah, essa minha idade! Que insisto em enxergĂ¡-la mais nova... Que insistem em me cobrar padrões... E eu sempre vivi fora deles. Depois de arrancada aquela metade que costumava ser minha por 4 anos, me senti estranha. Revirei meus sonhos, meus medos, meus planos. Mergulhei pra dentro, enxerguei de fora, fiz e refiz vĂ¡rias crenças. Agora, depois de alguns meses... Me sinto mais inteira que antes. Cuido do meu corpo, do meu foco, do meu sono. Si...

Peteca?

Ontem gravando matĂ©ria sobre esportes de praia. Claaaaro que joguei, nĂ©? E olha que nĂ£o fiz feio, sĂ³ tomei alguns tombos... Tudo bem, eu estava na Praia do Tombo!

Luz, quero luz... sei que alĂ©m das cortinas sĂ£o palcos azuis...