(meus pais estão se mudando... e com eles, a cabeça de toda a família) Neste feriado, revirei caixas. Mexi em sentimentos adormecidos, revi momentos esquecidos. Abri cartas antigas, encontrei emoções perdidas. Vi fotos, mensagens e fases de vida. Consegui! Joguei mais da metade no lixo! E em vários cantinhos, achei, surpresa, meus escritos (num talão de cheques, num panfleto, na beirada do envelope, num guardanapo). Na nova casa, abrem-se novos espaços, energias mais vivas e limpas. Sentimentos ainda não vividos, que fazem muito mais sentido. D (qdo tiver um tempinho, ponho novos velhos escritos aqui!)
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Apesar de ter se fortalecido na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o ímpeto atual e o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Por outro lado, suas possibilidades parecem ser tão ilimitadas quanto as da ciência e da tecnologia.